Comidas & Lugares

Fantástica Fábrica de Chocolates

Conheça um pouco mais sobre a Cacahuá chocolateria e café, que fica em Brasília sob o comando da chocolatière Eliane Valladão.

 

 

SCLS 207, bloco A, loja 37, Asa Sul, Brasília, DF / (61) 3443-0430 

www.cacahua.com.br / @cacahua_brasil / facebook.com/cacahuachocolates

Funcionamento: Terça a sábado (das 10h às 23h), domingo (das 14h às 22h) 

Postado em 13/12/2011 às 09:47
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Natal com Comodidade

Gui Teixeira
Pernil de cordeiro com frutas, castanhas e molho de romã

 

O ritmo acelerado do mês de dezembro muitas vezes prejudica os planos para a noite de Natal dos brasilienses. São presentes a serem comprados, roupas para a família, amigos e parentes convidados. E a ceia? Se o objetivo sempre é garantir qualidade do sabor e bom gosto na apresentação dos pratos, a falta de tempo é problema na hora de definir e produzir o cardápio. Pensando nisso, muitas casas da cidade oferecem opções de entradas, pratos principais e sobremesas que garantirão o sucesso de sua noite.

O ‘Lagash Empório e Restaurante Árabe’ , da chef Fátima Hamú, em Brasília, tem pronta uma seleção de sabores - vendidos a peso ou por unidade - que podem perfeitamente cobrir as necessidades de quem anda sem tempo para cozinhar em casa.

 

 

Segundo Fátima, o prato mais pedido nos últimos anos, entre Natal e Reveillon, é o pernil de cordeiro com frutas, castanhas, farofa, molho de romã - de 4 a 5 pessoas (R$ 210); de 8 a 10 pessoas (R$ 280). “As encomendas podem ser feitas pessoalmente ou por telefone. Preferencialmente até o dia 22 de dezembro. Não é necessário trazer louças, pois colocamos os pedidos em travessas descartáveis, que podem ainda ser decoradas”., completa a Chef.

Conheça as possibilidades oferecidas pelo ‘Lagash’...

CARDÁPIO DE NATAL (por quilo)

Arroz com lentilha (R$ 45).
Arroz com tâmaras (R$ 55).
Arroz, frango desfiado, grão de bico, amêndoas e damasco (R$ 60).
Arroz, carneiro desfiado, tâmara, nozes e canela (R$ 75).
Chester com farofa (52,00 (decorado).
Chester com fio de ovos e frutas cristalizadas (R$ 59, decorado).
Cordeiro desfiado com nozes e cebola (R$ 95).
Farofa de sêmola, com frutas secas e castanhas (R$ 65).
Lombo de porco sem osso com farofa (R$ 69, decorado).
Pernil suíno com osso, farofa e frutas (R$ 65).
Peru com farofa (R$ 55).
Peru com frutas secas, fio de ovos e frutas cristalizadas (R$ 65).
Rabanada (R$ 45).
Salada de lentilha (R$ 45).
Salada de bacalhau, cebola, azeitonas (R$ 65).
Sopa de lentilha (R$ 45).
Tender com fio de ovos e frutas cristalizadas (R$ 85).

CARDÁPIO DE NATAL (por unidade)

Doces árabes (R$ 3,50, pequenos) e (R$ 7,50, grandes).
Pernil de cordeiro, com tâmaras e pêras. De 4 a 5 pessoas (R$ 120). De 8 a 10 pessoas (R$ 195).
Pernil de cordeiro, com frutas, castanhas, farofa, molho de romã. De 4 a 5 pessoas (R$ 210). De 8 a 10 pessoas (R$ 280).

 

CLN 308, bloco B, loja 11/17, Asa Norte, Brasília-DF, (61) 3273-0098 / (61) 3273-9208

www.restaurantelagash.com.br/ @lagashbsb

facebook.com/lagashrestaurante

Horário de funcionamento:
12h/16h e 19h/0h (dom. só almoço até 17h)

 


 

Postado em 07/12/2011 às 07:47
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Chocolates para Decorar o Natal

 

Quem passa pela ‘Cacahuá Chocolateria e Café’, em Brasília, se encanta. As vitrines e a grande mesa rústica que domina o ambiente interno da loja estão ricamente decoradas com enfeites e brinquedos que remetem ao Natal e às festas de fim de ano. E o encanto aumenta quando se percebe que a maior parte da decoração é comestível! A chocolatière Eliane Valladão, proprietária da ‘Cacahuá’, é antes de tudo uma defensora do chocolate, da criação própria e das datas comemorativas. Sempre atenta ao calendário como fonte de inspiração, não seria diferente na época de Natal. “Gosto de criar chocolates para os momentos especiais.”, conta Eliane, inspirada.

Para este fim de ano, a ‘Cacahuá’ oferece mais de uma dezena de brinquedos e enfeites comestíveis. São bolas, bonecos e árvores de chocolate, assim como cartões comemorativos, livros e quebra-cabeças - para presentear, admirar e devorar!! “Criamos, antes de tudo, um ambiente acolhedor, saboroso e tentador. Sempre com o objetivo de facilitar as compras e possibilitar ao consumidor definir os presentes e o cardápio dessa época”, defende Eliane, com um sorriso digno de um Papai Noel com saco repleto de guloseimas.

 

 

 

 

Ao longo de todo o ano, um arsenal de 70 sabores de trufas e bombons se reveza nas vitrines da loja - em versões diet, ao leite e meio amargo. Em dezembro, esse acervo recebe a companhia de outras criações, todas de fabricação própria. Percorrendo as prateleiras, pode-se esbarrar com bolas de Natal bem formadas, coloridas e quase prontas para serem colocadas na árvore. E os pequenos livros à venda por lá? Assim como os cartões de Natal, recebem uma película comestível à base de manteiga de cacau que os deixa com uma aparência saborosa e absolutamente surpreendente. “Importamos diretamente da França esse tipo de acabamento”, revela a chocolatière.


Criada em 2008, a casa une ambientes interno e externo. Pode ser visitada por quem busca as dezenas de opções de chocolates, ou como ponto de encontro em suas mesas a partir das opções doces e salgadas do cardápio. Mas o ritmo intenso não se restringe à loja. Na ‘incrível fábrica de chocolates’ que sustenta a produção, a equipe praticamente dobra nesta reta final do ano, por conta do acúmulo de vendas e de reservas dos produtos. São reservas como a da ‘Torta Cacahuá de Natal’, uma opção de sobremesa para as festas de fim de ano. Feita com chocolate belga, recebe pintura à base de manteiga de cacau e tem como recheio chocolate meio amargo, damasco, figos secos, noz-pecã, mel e biscoito de aveia. “É um doce gelado, e por isso deve ser guardado na parte mais baixa da geladeira”, antecipa.

 

    

 

Eliane lembra que a ‘Cacahuá’ recebe encomendas até o dia 23 de dezembro, e a entrega será feita até o dia seguinte, até às 16h. E completa: “Se o cliente quiser colocar em travessa própria, pedimos que ela seja enviada na véspera, pois montamos a ‘torta Cacahuá de Natal’ na louça onde será servida”. Conheça agora as sugestões preparadas para esta virada de ano. 


COMESTÍVEIS (em gramas de chocolate e preços por unidades)

Árvores de Natal - Clássica (250g - R$ 49), Moderna (400g - R$ 79).
Bola de Natal (45g - R$ 21).
Bonecos de Neve - Pequeno (300g - R$ 59), Grande (550g - R$ 99).
Cartão de Natal de Chocolate (90g - R$ 24).
Estojo de Natal (50g - R$ 16).
Estrela de Natal (150g - R$ 32).
Livro de Natal (170g - R$ 36)
Panetone de Natal Pingo de Chocolate (120g - R$ 14), (250g - R$ 22), (500g - R$ 45).
Panetone de Natal Trufado (380g - R$ 28), (700g - R$ 55).
Papai Noel - Esquiador (330g - R$ 69), Urso (370g - R$ 79).
Quebra Cabeça Infantil de Natal (100g - R$ 24).
Sino de Natal (200g - R$ 34).
BOMBONS E TRUFAS - caixas com seis unidades (R$ 16) e 16 unidades (entre R$ 40 e R$ 60).
TORTA CACAHUÁ DE NATAL - com chocolate belga, pintura à base de manteiga de cacau, recheio com chocolate ½ amargo, damasco, figos secos, noz-pecã, mel e biscoito de aveia. R$ 75 (1,1k, para uma média de oito pessoas).

 

 

NÃO COMESTÍVEIS (para colocar chocolates)

Boneco de Neve com carrinho de compras (R$ 89)
Caixa quadrada Vermelha - com Papai Noel (R$ 49)
Caneca de Natal (R$ 26)
Caneca de Tecido, com Tampa (R$ 39)
Casa de Tecido - pequena (R$ 39)
Casa de Papelão - grande (R$ 89)
Cesta dourada de Vimi, com Palhaço (R$ 49)
Cestinha de Papai Noel (R$ 24)
Guirlanda de Tecido (R$ 79)
Papai Noel com Barriga (R$ 49)
Papai Noel com Saco (R$ 79)
Placa ‘Feliz Natal’ (R$ 69)
Sacolinha de Tecido (R$ 39)


CACAHUÁ CHOCOLATERIA & CAFÉ - 207 Sul, bloco A, loja 37, telefone (61) 3443-0430. Brasília (DF). De terça-feira a sábado, das 10h às 23h. Domingos, das 9h (para café da manhã) às 22h. Cartões: Amex, Diners Club, MasterCard, Visa. Observação: dias 24 (das 9h às 16h) e 25 de dezembro (loja fechada). Facebook
 

Postado em 05/12/2011 às 07:20
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UMA ODE À CULINÁRIA ALAGOANA

Wanderson Medeiros comemora os 22 anos de seu Picuí e presta homenagens a chefs nacionais e à tradição das Irmãs Rocha

 

Uma aura de homenagens marcou a última quarta-feira (9) na capital de Alagoas. Encravado no bairro do Jaraguá, em Maceió, o restaurante ‘Picuí’ transformou-se - por toda uma noite - em ponto de encontro da sociedade alagoana, comemoração dos 22 anos da casa, área de desembarque para chefs de todo o Brasil e reverência para Jacy e Yeda, duas representantes das emblemáticas ‘Irmãs Rocha’, sinônimo do que de mais representativo existe na culinária de Alagoas.


À frente desta saraivada de sentimentos, brindes e aplausos estava o chef/proprietário/anfitrião Wanderson Medeiros, que com a generosidade e a humildade dos que sabem ser grandes, vestiu a 'doma de coadjuvante' e fez do aniversário de sua casa um palco que reverenciar os que ali chegavam para a celebração múltipla. Dividido em dois andares, o ‘Picuí’ abriu as portas para um ‘coquetel gourmet’ que se espalhou pelo térreo da casa - e que antecipou a qualidade do jantar a seguir... Sob o comando seguro dos chefs Sérgio Jucá, Michelle Welcker, Odair Silva, Rivandro França e Anândida Jeremias, fomos apresentados a sabores inspirados na arte das ‘Irmãs Rocha’, como Cuscuz da Casa Grande; Sururu ensopado com farofa d’água; Empadinha de camarão; Picadinho de carne-de-sol com abóbora e Casquinha de siri alagoano.

 

                                                                                                     Gui Teixeira
Queijo de coalho dourado no maçarico

 

Ambientizado com peças artesanais da região, uma brigada de garçons (olhos atentos e sorrisos largos) garantia a quem passeava por entre os muitos detalhes do restaurante uma direção definida: a grande mesa de madeira que servia de pouso seguro para as duas presenças ilustres da noite: as irmãs Jacy (91 anos) e Yeda Vargas (80). Lado a lado, ambas recebiam a legião de fãs com semblantes de orgulho e toda a paciência do mundo. Yeda, por sinal, com força na voz e memória de quem vive a vida sem perder uma gota de vigor: “Aprendi a cozinhar pelo telefone”, foi sua primeira frase, às gargalhadas... Segundo ela, como as irmãs não moraram juntas, a alternativa era um aprendizado à distância. Sua rotina hoje é de fazer inveja aos novatos. “Cozinho todos os dias, precisando ou não. Tenho genros, noras, netos... E vou fazendo e estocando meus pratos. Meu neto diz que estou me preparando para uma guerra!!”, afirma, e tome mais gargalhadas...

Próximo dali, atentas às ‘meninas’ Rocha, dois rostos não queriam perder nada do que se passava. Eram Claudia Pessoa e Danielle Novis, secretárias de Turismo, respectivamente, de Maceió e de Alagoas. Com fala fácil de quem se orgulha do estado, ambas trocaram temporariamente o ramo do turismo privado pela missão de incrementar o dia-a-dia do setor em Alagoas. ‘É um prazer assistirmos como o nosso visitante vem se surpreendendo a cada vez que retorna”, garantia Claudia, quase em coro com sua colega de pasta. “Partindo de Maceió, o panorama do estado, de seus dois litorais, e da infraestrutura que estamos incrementamos em Alagoas nos garante uma posição de destaque entre os destinos do Nordeste”, completava Danielle Novis.

 

Gui Teixeira
A tradição da culinária alagonada foi inspiração para os chefs convidados

 

Anunciado o início do jantar, os cerca de 200 convidados pareciam em transe ao subir as escadas em direção ao ponto alto da noite. Motivo? Os aromas sedutores vindos do segundo andar... Ao final dos degraus, surgiam as quarto ‘sereias’ responsáveis pelo ‘canto’ que ali os levou: as chefs Ana Bueno (‘Banana da Terra’, Paraty/RJ), Flávia Quaresma (criadora do carioca ‘Carême Bistrô’ e consultora gastronômica), Mônica Rangel (‘Gosto com Gosto’, Visconde de Mauá/RJ) e Tereza Paim (‘Terreiro Bahia’, Praia do Forte/BA). A partir daí, o festim estava armado...

Das caçarolas de Ana Bueno surge um Camarão de cueca (com o último anel para segurar a calda), flambado no uísque com mingau pitinga (mandioca, alho, sal e pimenta). Divididos entre vinhos tintos e espumantes, os convidados vibravam a cada prato. A seguir, foi a vez de Mônica Rangel, que apostou no Arroz de polvo com castanha, azeitonas e agridoce de caju (um complemento espetacular). Já Flávia Quaresma preferiu um inesperado e delicioso Ragú de cordeiro com jerimum assado. E encerrando a farra, Tereza Paim surge com um ‘Mini-bolo de massa puba (tapioca úmida e fermentada) com goiaba cremosa e beiju chapéu de couro (goma de mandioca e coco).

 

Gui Teixeira
Encontro de craques: Sergio Jucá, Flávia Quaresma, Tereza Paim, Ana Bueno, Mônica Rangel e Wanderson Medeiros. Sentadas, is irmãs Jacy e Yeda Rocha.

 

Ao final, inebriado pelas emoções, sensações, sabores e cumprimentos, Wanderson Medeiros tentava achar palavras para verbalizar o que havia acontecido em sua casa: “As chefs que aqui estão vieram por amor, por lealdade. Somos uma irmandade. Mas mesmo assim, elas trabalharam, e trabalharam muito, pois é assim que demonstram seus sentimentos. Esta a minha vida, meu orgulho. O ‘Picuí’, a emoção de ter amigos assim, de ter dado a duas ‘Irmãs Rocha’ uma homenagem em vida, e ver meu estado reconhecido em todo o Brasil”. (Alexandre Menegale, de Maceió/ AL)

Postado em 11/11/2011 às 18:23
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A Patagônia é aqui

Cortes nobres de carne e castas nobres de vinhos da Patagônia (Argentina). Essa união poderá ser degustada na próxima quarta-feira (19) na churrascaria ‘Fogo de Chão’. A gerente de exportação da vinícola, Carolina Peter, será recebida pela ‘Enoteca Decanter’ e, juntos, comandarão o desfilar de rótulos.

Dvulgação
'A Enoteca Fasano' estará comandando a degustação 

 

Chamada de “a nova fronteira da qualidade argentina”, a região da Patagônia é a sede da ‘Família Schroeder’. A empresa é uma das pioneiras nas altitudes da região, e encarou a missão de buscar neste terroir grandes vinhos. Em 2002, implantou uma bodega com tecnologia de ponta, e hoje contam com o trabalho do enólogo Leonardo Puppato, e também com a consultoria de Paul Hobbs.

DIVULGAÇÃO
A linha 'Saurus' estará sendo apresentada na 'Fogo de Chão'

Na ‘Fogo de Chão’, serão servidos seis rótulos: Saurus (Sauvignon Blanc 2009; Patagonia Select; Chardonnay 2008; Malbec 2006; Select Pinot Noir 2007), Familia Schroeder Pinot Noir e Malbec 2005

Degustação Família Schroeder - Dia 19 de outubro, às 20h30. Churrascaria ‘Fogo de Chão’ (SHS quadra 5, bloco E). R$ 120, com direito a rodízio completo, acompanhado do ‘Saurus Malbec’. Reservas: Enoteca Decanter (308 Norte, telefone (61) 3274-4472. Brasília.
 

Postado em 13/10/2011 às 22:16
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Sul da França em Terras Paulistanas

Até o próximo dia 25, o tradicional restaurante paulistano ‘La Casserole’ promove o festival ‘Sud de France’, já realizado em outros cinco países: China, Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos e México. O evento tem como proposta apresentar o estilo de vida do Sul da França, em especial a qualidade e a intensidade de receitas e sabores. Elaborado por Marie-France Henry, o menu apresenta opções de entrada, prato principal e sobremesa.

 

Divulgação
Tradicional na capital paulista, a casa conserva ares franceses

 

Marie-France Henry, filha do casal fundador, é quem recebe os clientes. E é dela algumas sugestões de pratos... O ‘petit pâté de Pézenas’ é uma receita do século XVIII, famosa por sua histórica influência da Índia. Atribui-se a criação dessa entrada ao lorde inglês Robert Clive - fundador do Império Britânico nas Índias - que se estabeleceu na França, na pequena cidade de Pézenas. O ‘petit pât’é é uma mistura de sabores doces e salgados, feito com cordeiro e especiarias, além de limão, uva passa e açúcar mascavo. A tradição da receita é guardada até hoje pela ‘Confrérie du Petit Pâté de Pézenas’.

Outro destaque do cardápio são as ‘lulas recheadas com porco e vitela e o duo de arroz branco e selvagem’, que aparecem como prato principal e revelam uma prática bem comum na região, a de utilizar alimentos do mar e da montanha em uma mesma receita. Para finalizar, Marie sugere o ‘gâteau aux marrons et au chocolat’ (bolo de chocolate e marrom glacê).

 

Dvulgação
A culinária do Sul da França é o destaque do evento

 

La Casserole (Largo do Arouche, 346. São Paulo). Festival ‘Sud de France’. R$ 57 por pessoa (serviço e bebidas não inclusos). Até 25 de outubro de 2011. Reservas: (011) 3331-6283, www.lacasserole.com.br
 

Postado em 13/10/2011 às 22:15
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Ares mediterrâneos em novo palco

Há cerca de 15 anos, quando este recém-chegado à cidade ainda se perdia em tesourinhas, quadras e endereços indecifráveis, conheci uma casa absolutamente charmosa na 201 Sul. O ‘Abajour da Adi’ tinha nome e cardápio sedutores, e foi por ali que iniciei minhas incursões por entre os bons endereços da tal gastronomia candanga. O tempo passou, a namorada da época idem, e naquele endereço vi nascer o que é hoje a rede ‘Dona Lenha’.

 

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Pizza Trio de Gogumelos (mozarela, sauté de shitake, shimeji e cogumelo Paris

 

O mentor de tudo isso ainda comanda caçarolas, conceitos visuais e receitas da rede - hoje inflada por franqueados em toda Brasília. Paulo Mello nunca perdeu o foco dos negócios, e também por isso o susto ao receber o convite da reinauguração da ‘sede da empresa’. Mas logo passou a sensação, quando conferi ser na mesma quadra comercial, com o dobro da capacidade e a injeção de luz externa, ambientes de bom gosto e a correção de sempre do cardápio a receita do novo palco do chef.

Os 120 lugares se espalham pela varanda do lugar, com luz natural durante o dia - harmonizada com riscos e sombras azulados que vêm do teto - e jogos de cores artificiais integradas ao ambiente noturno. Sem falar nos azulejos, mosaicos e mapas, instalados em cantos não previsíveis, mas que reafirma o conceito ‘Dona Lenha’.

 

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Paulo Mello: chef,  sócio e apaixonado pelas boas receitas

 

Confesso que demorei a identificar, cravado do grande vaso que domina o ambiente, uma jabuticabeira frondosa, que já ensaia seus primeiros frutos!! Sem falar no jardim externo da casa (concebido pela paisagista Cláudia Pelicano). Olhado mais de perto, se revela um canteiro de ervas e temperos - usados na cozinha e também compartilhados com a vizinhança, que pede e é atendida nessa ‘colheita democrática’. “Os clientes desfrutam da beleza natural do local. E dali são colhidas ervas, como alecrim, hortelã e manjericão”, revela Paulo Mello, ao lado do sócio, Rafael Benevides.

O novo endereço é a unidade-piloto do grupo. “Todas as alterações de cardápio, carta de vinhos ou mudanças operacionais serão testadas aqui, antes de serem repassadas às lojas franqueadas”, garante Rafael, se referindo a endereços na Asa Sul, Asa Norte, Deck Brasil, Gilberto Salomão, Shopping Quê? e Terraço Shopping.

 

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Os frutos do mar estão presentes no cardápio da rede 'Dona Lenha'

 

Dos pratos já aprovados, surgem opções como ‘Fettuccine ao nero de sepia’ (camarão, aspargos e limão siciliano) e o ‘Pesce amalfitano’ (robalo assado com azeite de limão siciliano, molho de alcachofras e arroz preto com perfume de anis).

Voltando ao ‘Abajour da Adi’... Qual será o futuro do lugar? Paulinho Mello tenta se desviar do assunto, e só deixa escapar que será “um local de boa comida, com um grande balcão de atendimento, sem garçons e receitas ainda em segredo”. Confuso? Vindo do chef, o novo projeto será tudo, menos confuso. (Alexandre Menegale)

Dona Lenha (Asa Sul) - 202 Sul, bloco C, loja 36 (3322-1234). Diariamente, das 12h à 0h. Cartões: Visa, Master, Visa Vale.

Postado em 13/10/2011 às 22:12
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Leve o bar até a sua casa...

Algum tempo depois de ter escolhido Brasília como minha nova cidade, conheci um sujeito que foi um divisor de águas no quesito 'chope de qualidade'. Isso foi exatamente há 13 anos, e ele é Claude Capdeville (na foto, exibindo uma caricatura sua feita pelo amigo e cartunista Jaguar). Seu palco era a primeira versão da 'Quituart' (Lago Norte), mais exatamente a 'Toca do Chopp'. Passado esse tempo, a cidade mudou, Claude alternou projetos, mas não deixará de ser lembrado como 'pioneiro' na arte de tirar um legítimo 'chope gourmet'.

 

Arquivo/ Gastrô Comunicação
Claude exibe uma caricatura feita pelo amigo e cartunista Jaguar

 

Agora, Claude aposta num projeto que promete levar até a casa dos clientes um bar completo – com direito, além do chope, o arsenal de petiscos servidos na sua ‘Toca’. É o ‘Boteco em Casa’, no qual nosso restaurateur promete transformar uma festa em algo cinematográfico. 

 

Arquivo/ Gastrô Comunicação
Os pastéís são famosos na Toca do Chopp - na Quituart do Lago Norte 

 

“Fazemos o evento com jeitão de bar onde for... Levamos material, equipe especializada, chopeiras, chope Brahma etc”, diz ele. Faça um contato e fale diretamente com ele – que aliás é um belo contador de causos de botequim: (61) 9642-9636 (Alexandre Menegale)
     

Postado em 07/10/2011 às 09:46
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Gilberto Freyre em forma de gastronomia

Entre os dias 11 e 15 de novembro, Olinda recebe a 7ª edição da ‘Festa Literária Internacional de Pernambuco’ (Fliporto), que vai reunir nomes do cenário nacional e internacional. Além de debates, palestras e congressos, o evento vai promover um circuito gastronômico em bares e restaurantes de Recife. Com o tema ‘Gastronomia de Gilberto Freyre: delícias do Ocidente ao Oriente’, o circuito contará com chefs pernambucanos e menus em homenagem ao escritor.

 

 
Literatura brasileira regada a receitas originais durante o evento 
 

Entre os convidados, destaque para Cláudia Freyre (sobrinha-neta de Gilberto Freyre). Na ‘Estação Café’, a chef vai preparar uma ‘Comidinhas Gilbertianas’, um mix de doces e salgados favoritos do escritor. Já o ‘Flor de Coco’ recebe Biba Fernandes e seu ‘Polvo a Ordem e Progresso’, à base de polvo frito, salsa de pitanga e sakê mirim. Informações: (81) 3269-6134.

 

CARDÁPIOS

 

 
Chef César Santos preparou um 'Camarão a Gilberto Freyre'. R$ 81

 

Beijupirá Olinda (chef Adriana Didier): Beiju Madá. R$ 48.

Don Francesco (chef Francesco Carreta): Sobrados e Mucambos. R$ 39,50.

Patuá Delícias do Mar (chef Alcindo Queiroz). Peixada a Magdalena Freyre. R$ 50,90.

Sabores Ibéricos (chef Jaime Alves). Dobradinha a Fernando Freyre. R$ 24,90.

Quatro Cantos (chef Maria das Graças). Moqueca a Solar do Carrapicho. R$ 29,50.

Bar Bodega de Véio (chef Taciana Aguiar). Sanduba do Escritor. R$ 14,90.

Flor de Coco (chef Ângela Castelo Branco). Pato a Gilberto Freyre Neto. R$ 42.

Maison do Bonfim (chef Jeff Colas). Coelho à Casa Grande & Senzala. R$ 34.

Costeiro (chef Avir Mesel). Cozido à Vivenda de Apipucos. R$ 44,50.
 

Postado em 07/10/2011 às 08:52
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Os sabores da Vila Planalto

Participei este mês de um saboroso passeio por entre ruelas, cardápios e espaços artesanais da Vila Planalto - uma emblemática e pioneira região de Brasília, que une história e preservação, a poucos quilômetros das sedes dos poderes da capital. O convite foi feito pelo ‘Instituto Cultural e Educacional do Paraguaçu’ (InCEP) - responsável pelo projeto ‘Gastronomia e Cultura da Vila Planalto’. Segundo Adriana Girão (diretora do InCEP e coordenadora do projeto), o objetivo foi resgatar, manter e valorizar a região: “Promovemos consultorias de gestão de negócios, manipulação de alimentos, atendimento, marketing, comercialização e formação de preços. Além disso, criamos um grupo gestor que, a partir de agora, seguirá à frente das tarefas”.

 

Divulgação
Temperos e receitas são servidos de forma artesanal nas casas do bairro

 

E hoje recebi a notícia que - na próxima segunda-feira (10), às 19h30, no Clube Motonáutica - acontece a primeira edição da ‘Mostra Gastronômica e Cultural da Vila Planalto’. Estarão reunidos dez restaurantes da região com as culinárias mineira, goiana, gaúcha e internacional. Além disso, os ateliês ‘Studio Lena Vieira’ e ‘Patch na Vila’, e os artesãos Luiza Capucci (balas de coco), Jorge Luiz (esculturas com palitos de picolé), Marilene de Almeida Vieira Silva (produtos utilitários em tecido) e Domingas Lago (bailarinas em biscuit) estarão por lá.

Voltando ao passeio realizado na Vila, entre meio-dia e 17h, foi uma tarde ‘calórica’ das melhores... Eu, particularmente, percorro os restaurantes dali com alguma freqüência, principalmente o ‘Tia Zélia’, com suas caçarolas, cores e mesas sob as árvores. Mas foi surpreendente ver jornalistas nascidos em Brasília confessando “nunca tinha vindo aqui... Vou voltar no final de semana para almoçar com a família...’.

 

Divulgação
O fogão a lenha impera na maioria dos restaurantes espalhados na região

 

No ‘Feitiço da Vila’, por exemplo, fomos recebidos por dona Meã - responsável pelo bacalhau que leva o seu nome. Orgulhosa pelos quase dez anos ancorada ali, foi em sua cozinha a primeira experiência de nossa faminta trupe. Filés, salmões e bacalhaus (este o meu escolhido, ao forno, com direito a batata doce). A casa se divide em dois andares, além de uma varanda na qual se espalha um público notadamente vindo da Esplanada e das autarquias ao redor.

Voltando ao circuito na cidade, rostos sorridentes se alternavam nas portas das casas visitadas. Como o de dona Regina (proprietária do ‘Caminhos de Minas’), uma mineirinha típica, que nos recebe com aqueles olhinhos apertados pelo sorriso, orgulhosa de sua casa e disposta a nos’ entupir’ de temperos legítimos da cidade natal de Bambuí. Há dois anos comandando um poderoso fogão a lenha, sobre ele se derramam panelinhas e panelões com todo aquele arsenal de pratos, petiscos, doces e coisa e tal. Sem falar na cachacinha ao final...
 

Divulgação
Ares de pequena cidade na hora de percorrer os restaurantes 

 

A Vila é logo ali... Os preços dos cardápios são absolutamente justos... Os empresários, artistas e moradores nos recebem com aquele orgulho de quem defende e ama sua aldeia. Um programa recheado de memória, sabores, acalanto e fastio. Vale uma navegada no site http://www.vilaplanaltodf.com.br (Alexandre Menegale)

Postado em 07/10/2011 às 08:25
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