
| Tadeu Brunelli |
| Mil Folhas de frutas vermelhas do Kaa (SP), para o seu menu no dia das mães |
Neste dia das mães sem dúvida o presente mais requisitado nas mesas dos restaurantes será a sobremesa. As delicadezas adocicadas de cada menu prometem fechar o tradicional almoço com um golpe final de prazer nesta data comemorativa. Para muitas, o tema é motivo de alegria e na hora de provar cada doce a satisfação e o sorriso de deleite será o presente maior dos filhos para suas mães. Veja abaixo algumas das opções para este domingo.
| Luiz Eduardo Vaz |
| Baiana Fresca - cocada mole com sorvete de tapioca e calda de mel de engenho, do chef Wanderson Medeiros para presentear as mães que forem ao seu Picuí (AL) neste domingo |
| divulgação |
| O mix de sobremesas do chef Dudu Camargo para o seu Danói (DF) durante o almoço do dia das mães |
| Tadeu Brunelli |
| O Mini Far Breton, sobremesa do Le Petit Trou para este dia das mães |
| Tadeu Brunelli |
| “Fleur aux Fruits Rouges”, uma torta de morango, framboesa e mirtilo em formato de flor da Pâtisserie Mara Mello (SP) para o dia das mães |
| Luiz Eduardo Vaz |
A música brasileira vai fazer parte do cardápio do restaurante Picuí (AL) neste mês de Maio. Em todas as quintas-feiras do mês (06, 13, 20 e 27) uma série de shows irá compor a programação de atividades do 2º Festival de Música Brasileira do Picuí. O evento irá reunir quatro grandes músicos que atuam em Alagoas e que irão privilegiar o seu repertório mais brasileiro.
| Wanderson Medeiros |
Para acompanhar os shows, o chef Wanderson Medeiros criou o Cardápio Musicado, com petiscos ideais para acompanhar a cerveja estupidamente gelada da casa, as caipiroskas de frutas e o cardápio de cachaças do Picuí, com mais de 40 rótulos. “Mais uma vez vamos transformar o Picuí em um palco gastronômico. Esse projeto reforça nosso compromisso em cada vez mais apoiar e desenvolver a cultura em Alagoas.” explica Wanderson.
| Wanderson Medeiros |
CARDÁPIO MUSICADO
Italianado
Antepasto de berinjelas com carne de sol e pimentões maduros servido com torradas
crocantes aromatizadas com manteiga de garrafa
Coalho em chamas
Queijo coalho dourado, coberto com tomate seco e manjericão e flambado à mesa
com licor de laranja
Segredo de Inácia (foto)
Mini pastel caseiro de carne de sol ou queijo coalho + molho barbecue
Melhor Pão de Alho do Mundo
Deliciosa mini baguete assada na brasa com pasta de alho suave feita no Picuí
Irresistível
Medalhão de frango com bacon
Chapa sertaneja (foto)
Carne de sol de contra filé cortada em cubos acebolada, puxada na manteiga de garrafa e servida na chapa com macaxeira frita
Escondidinho do Picuí
Delicioso purê de macaxeira recheado com carne de sol puxada na manteiga de garrafa e coberto com queijo manteiga, catupiry e coalho gratinado.
Flor de mandacaru
Disco de abacaxi dourado no açúcar, coberto com carne de sol desfiada e puxada
na manteiga de garrafa servido com molho de iogurte e ervas frescas
Queijo coalho assado na brasa (150g)
Caldinho de feijão com torresmo crocante
Calabresa do Picuí (foto)
Linguiça calabresa de porco ou frango servida com farofa e vinagrete
Os shows acontecem à partir das 20h, no segundo andar do restaurante Picuí, no Espaço WGourmet, com salão climatizado para mais de 100 pessoas, lavabos exclusivos, iluminação especial, palco e muito som. Para o primeiro dia, Allan Bastos e Luiz Pompe apresentam seu show Chico & Caetano, onde algumas das principais obras destes ícones nacionais serão executadas.
| Luiz Eduardo Vaz |
| Parte do salão do Espaço WGourmet, que irá ser palco dos shows do festival |
No dia 13 de maio, um encontro inédito que promete encantar a platéia, as vozes e violões de Allan e Luiz estarão juntas dos incríveis acordes e a sonoridade de Bruno Palagani e Willbert Fialho. Esta dupla, especialista em sambas e choros, irá se apresentar sola no dia 20, dedicando seu show a obras memoráveis destes ritmos brasileiros no cavaquinho e violão. Para fechar o Festival, na última quinta-feira do mês acontece mais um show com os quatro músicos, que promete ser um repeteco do primeiro encontro.Confira a programação:
07/04 – Allan Bastos & Luiz Pompe
14/04 –Allan Bastos & Luiz Pompe encontram Bruno Palagani & Wilbert Fialho
21/04 – Bruno Palagani & Wilbert Fialho
28/04 – Bruno Palagani & Wilbert Fialho encontram Allan Bastos & Luiz Pompe
2º Festival de Música Brasileira do Picuí
Data: 06, 13, 20 e 27 de maio
Horário: 20h
Local: Espaço WGourmet – segundo andar do
restaurante Picuí, Av. da Paz, 1140, Jaraguá, Maceió (AL)
Tel: (82) 3223 – 8080
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A produção dos vinhos de altitude já é conhecida e difundida no Brasil. Mas na Bolívia, há mais de 50 anos, se tem produzido rótulos em altitudes que chegam aos 3200 metros, os vinhedos mais altos do mundo. Ainda sem importador no Brasil, estes exemplares de nossos hermanos latinos chegam pela primeira vez à ExpoVinis e prometem ganhar mercado.
Seus vinhos têm um grande potencial aromático que realmente aguça o paladar antes de beber. Da vinícola Kholberg, que fica na região de Tarija, seu branco feito 100% de Moscatel de Alejandria é delicado com um delicioso equilíbrio entre o açúcar e a acidez, além de muito cheiroso.
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Pela grande altitude, esses rótulos não precisam envelhecer tanto para atingirem seu ápice. Eles podem chegar ao mercado ainda jovens e com um breve período de maturação se comparado a outros exemplares de mesma casta. A uva que melhor se adaptou na região foi a Syrah, que tem produzido bons rótulos, como o Casa Grande Reserva Trivarietal, feito com Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah.
A estréia promissora dos bolivianos, que conseguiram fechar alguns negócios na feira, só não foi mais bem sucedida por um incidente em seu estande onde, de acordo com Erich Kholberg, entre o dia 28 e 29, foram roubadas algumas das melhores garrafas trazidas da Bolívia, além de material impresso para divulgação.
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Depois da falha brasileira com os bolivianos, quem também tropeçou logo na primeira hora do terceiro dia do ExpoVinis foram os estreantes gregos. Na Dionyssos já quase não haviam mais vinhos para serem degustados e o que se pôde conhecer foi através de garrafas e panfletos. Seguramente a produção milenar grega ainda tem muito o que aportar aos consumidores brasileiros que poderão conhecer mais de 300 castas locais e 1000 vinícolas.
A Dionyssos é a sexta maior do país e produz vinhos bem característicos. O Oenomelo é um deles, feito de Muscadet, Moschofilero e Rhoditis é um branco doce que diz a história ser o vinho que os Deuses bebiam no Olimpo.
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A outra representante grega, a LPH Brasil, também não ficou atrás nas falhas, servindo seus vinhos em pequenas tacinhas de licor onde era impossível saber o que se estava bebendo. Apesar disso o vasto catálogo da empresa promete trazer ao Brasil vinhos premiados da vinícola Tsántali, como o Mavrodáphne of Patras, um tinto doce licoroso feito 100% com a uva Mavrodáphne.
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Quem surpreendeu e agradou foram os equipamentos da italiana Enomatic. Seus climatizadores e conservadores de vinho utilizam alta tecnologia que permite estender a durabilidade de uma garrafa aberta por até 35 dias. Utilizando gás argônio, as máquinas preservam o vinho e também funcionam como um drink machine self service que pode ser manuseado tanto pelo cliente como pelo funcionário do estabelecimento. Com um sistema de cartões recarregáveis, basta inserir na máquina, escolher o vinho, a dosagem desejada e colocar a taça para ser servida.
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As máquinas variam de R$ 14 mil, a menor que comporta 4 garrafas sem o sistema de cartão, até a de R$ 44 mil, uma das mais completas comportando 8 garrafas e com climatização dupla. Esta novidade ainda está chegando no Brasil, com os pedidos demorando cerca de 60 dias para a entrega, mas promete ser um sucesso especialmente em winebars, enotecas e restaurantes.
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| Juan Corbalán |
Em meio à correira dos dias na ExpoVinis 2010 consegui dar uma paradinha, junto com o chef queijeiro Bruno Cabral (direto de Barcelona) para um almoço entre amigos que há muito tempo estava devendo. Fui à Cantina Aurora, comandada pelo chef executivo Guga Rocha. O restaurante fica no centro de São Paulo dentro da loja da importadora Terroir. O chef começou com seu couvert onde o destaque foi um patê chamado Giuzeppe Verdi, uma mistura de alho, miolo de pão italiano, azeite e salsinha. A deliciosa mistura é bem suave predominando o sabor do pão, que parece vir recheado, dá vontade de comer puro!
| Juan Corbalán |
Na cozinha do Chef quem comanda é um time de cozinheira que trabalham sob os olhares dos clientes, já que do salão é possível ver toda a movimentação lá dentro. Na sequencia provamos a Salada Aurora com mix de folhas verdes, palmito pupunha, tomates, champignon, azeitona preta e molho de mostarda de Dijon com sementes e suco de laranja.
| Juan Corbalán |
O próximo prato é um dos mais famosos da casa. O Gnocchi a lla pomodorini seletti é um clássico italiano com a massa feita de batata e queijo grana padano (com quase nada de farinha: 1 colher de sopa pra 1 kg de batata), o nhoqui é enrolado na hora e seu rápido cozimento lhe dá uma textura quase crocante e firme. O molho, feito de tomate cereja, tem um leve adocicado e quase nada de acidez que combinou muito bem com a muçarela de búfla em pedaços que vão derretendo à medida que se come. No final é impossível deixar um restinho de molho no prato e o conselho do Chef Guga é limpar tudo com o pãozinho do couvert.
| Juan Corbalán |
Por ser dentro da loja da Terroir todos os vinhos da importadora podem ser degustados no restaurante sem taxa de rolha e com preço de prateleira. Guga nos serviu um cabernet sauvignon chileno da Mayu safra 2008 que acompanhou muito bem todo o almoço. Especialmente o último prato de filé mignon ao molho gorgonzola e batatas Aurora, feitas com a mesma massa do nhoqui mas recheadas com muçarela e fritas.
| Juan Corbalán |
Pra fechar a sobremesa chamada de Chamonix. Sua massa gelada feita de creme de leite fresco, catupiry e mascarpone é recheada com frutas e frutos secos, acompanhada de calda de frutas vermelhas e caramelo de leite de coco com casca de laranja. Um final delicado pra este almoço que vai ficar na memória com o mais saboroso desta viagem a SP.
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Seguindo o projeto de expansão de 2009 as vinícolas brasileiras mantém seu destaque na feira este ano. No total 44 produtoras nacionais participam do evento e mostram ao público o que de melhor se tem produzido hoje no Brasil.
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As grandes empresas como Miolo, Salton, Casa Valduga e Lídio Carraro continuam a investir seus esforços no desenvolvimento da produção nacional, ampliando suas áreas de atuação e produção. São delas que saem alguns dos melhores rótulos brasileiros e a maioria dos que são exportados, representando o vinho brasileiro no exterior.
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A Família Carraro, por exemplo, tem investido fora do Serra Gaúcha para poder diversificar a produção. Seu Dádivas Chardonnay 09 foi elaborado em Encruzilhada do Sul e se mostrou um branco nacional de muita personalidade, com a fruta acentuada e um final bem persistente.
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A ampliação das zonas produtoras brasileiras parece ser o caminho para a consolidação do produto nacional no mercado. A Campanha Gaúcha é a bola da vez no Rio Grande do Sul especialmente por suas condições climáticas para a produção de tintos, com chuvas menos intensas na época da colheita, excelente amplitude térmica e áreas mais planas, que facilitam a mecanização da produção e consequentemente reduzem os custos.
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Para fortalecer ainda mais a vitivinicultura da região, 15 produtores locais se uniram e lançaram durante a Expovinis 2010 uma associação sob o titulo de Vinhos da Campanha. Com o apoio da Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Sebrae, Embrapa e outras parcerias, a associação promete ser uma via de desenvolvimento e acesso a estes vinhos brasileiros, ainda elaborados em sua maioria por pequenas vinícolas. Como a Guatambu, por exemplo, que mostrou seu Rastros dos Pampas Cabernet Sauvignon 09 e surpreendeu, apesar de jovem e apenas 2 meses em barrica, o vinho está bem redondo e atraente.
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Outro bom exemplo é a vinícola Antônio Dias situada em uma nova região produtora brasileira chamada de Alto Uruguai, no RS. Seu Tannat foi uma surpresa com um delicioso equilíbrio da fruta , corpo leve e fácil de beber.
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Já dos altos picos da Serra Catarinense vem os vinhos de altitude brasileiros. Unidos pela Acavitis (Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude) estes produtores fazem questão de mostrar ao Brasil e ao mundo o nosso terroir de 1300 metros acima do nível do mar e as características que ele imprime aos vinhos produzidos na região. Uma das características mais marcantes sem dúvida é o aroma acentuado e a forte presença da expressão da fruta.
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Da Vinícola Pericó, seu espumante brut rosé feito com 60% Cabernet Sauvignon e 40% de Merlot é realmente instigante por seu aroma de goiaba verde e em boca uma explosão de pimenta em conserva/pimentão bem típico da Cabernet.
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Outro grande produto nacional são os espumantes Moscatel. Delicados e mais adocicados eles atendem ao público consumidor ainda mais interessado em vinhos fáceis de beber e com toques mais femininos. A vinícola Garibaldi produz um dos mais premiados do país com um delicioso equilíbrio entre o açúcar e a acidez do vinho.
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Continue acompanhando a cobertura completa do ExpoVinis 2010 pelo blog. O Evento acontece até o dia 29 de Abril no ExpoCenter Norte, em São Paulo.
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A feira este ano continua se mantendo como o mais importante encontro do setor na América Latina. Mais de 100 expositores mostram seus produtos vindos das mais diferentes regiões vitivinícolas do planeta. São importadoras, produtores e empresas que apresentam ao público algumas de suas novidades e de seus rótulos já consagrados.
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Nos grandes estandes das importadoras o movimento é intenso durante todo o dia. A diversidade de produtos oferecidos por elas é um atrativo especialmente para os interessados em elaborar uma seleção de vinhos para seu negócio enogastronômico.
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Obviamente as pequenas importadoras também marcam sua presença na feira. Os estandes nem tão grandiosos, mas de muito estilo, revelam o grande trunfo dessas empresas, e que no universo do vinho faz muita diferença: quantidade X qualidade. Rótulos de pequenas produções, e que obviamente não podem ser amplamente distribuídos, chegam através dessas importadoras e são verdadeiras jóias garimpadas no exterior.
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Mas um dos grandes atrativos da ExpoVinis é o contato direto com diversas vinícolas que ainda não tem importador no Brasil. São enólogos, empresários e produtores vindos especialmente do Velho Mundo em busca de uma vitrine para seus vinhos e quem sabe bons negócios. Nos estandes os vinhos são degustados em meio a muita conversa e troca de informações onde é possível conhecer um pouco mais sobre o produto, a região e seu terroir, suas características e particularidades das propriedades.
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Da região de Castila-La Mancha (Espanha) os vinhos da Pinuaga (sem importador) surpreenderam. Seu Merlot cortado de Tempranillo da safra 2009 foi recém engarrafado e já está no mercado. De tão jovem ainda é possível sentir picadas carbônicas na língua advindas dos processos de vinificação. Mesmo assim, o vinho é muito aromático com uma incrível fruta em boca e fácil de beber, especialmente mais fresco.
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Da mesma Pinuaga, seu Tempranillo 05 se mostrou um vinho bem estruturado mas sem tanta forca típica desta casta. Fácil de beber é uma ótima opção para harmonizar ou para beber solo.
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Ainda da Espanha, mas agora da região de Extremadura, chegam os vinhos da Bodegas Habla (importados pela Topdeli). Seu Habla Nº4 é um 100% Syrah que impressiona já pela diferente estética da garrafa. O vinho é um show de aromas e sabores bem típicos da casta, valorizando sua fruta e delicadeza de corpo.
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Da Toscana (Itália) o Taneto, da Badia di Morrona (sem importador), foi um delicioso exemplar com a cara dos vinhos italianos. Seu corpo bem estruturado e taninos acentuados pedem uma harmonização para este rótulo que é um blend de Sangiovese, Merlot e Syrah que passa 12 meses em carvalho antes de ser engarrafado.
Continue acompanhando a cobertura completa do ExpoVinis 2010 pelo blog. O evento acontece até o dia 29 deste mês no ExpoCenter Norte em São Paulo.
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Um dos momentos mais esperados da Expovinis é a divulgação da lista do Top Tem com os melhores vinhos da feira. O júri formado por jornalistas e especialistas da área degustou às cegas dezenas de amostras de tintos, brancos, espumantes e fortificados. Veja abaixo a lista dos vencedores deste ano.
Espumante Nacional
Grand Legado Brut Champenoise
Produtor: Wine Park
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Espumante Importado
Ferrari Perle´02
Produtor: Ferrari (Itália)
Branco Chardonnay
Villagio Grando 08
Produtor: Villagio Grando (Brasil)
Branco Sauvignon Blanc
Yealands Estate 09
Produtor: Yealands Estate (Nova Zelândia)
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Branco Outras Castas
Mesh Riesling 07
Produtor: Grosset Hill Smith (Austrália)
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Rosado
Chateau de Porcieux 09
Produtor: Chateau de Porcieux (França)
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Tinto Nacional
Sesmarias 08
Produtor: Miolo Wine Group
Tinto Novo Mundo
Morandé Grand Reserva Syrah 05
Produtor: Viña Morandé (Chile)
Tinto Velho Mundo
Herdade do Esporão Touriga Nacional 07
Produtor: Herdade do Espourão (Portugal)
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Fortificado
Madeira Justino´s Colheita 1995
Produtor: Justino Henriques (Portugal)
| divulgação |
| Bombom de foie gras com goiabada e vinho do Porto, da chef Helena Rizzo |
Após três bem sucedidas edições em Madrid e Cap Cana (República Dominicana), chega ao Brasil o mais importante evento gastronômico do ano, o Millesime São Paulo. O evento é produzido há quatro anos pelo Club Millesime, organização espanhola responsável pela produção de eventos, feiras e degustações de alta gastronomia, que anunciou a realização do Millesime São Paulo, a primeira edição do famoso evento gastronômico no Brasil e na América do Sul.
| divulgação |
| Patatas Bravas, do chef Sergi Arola |
Em um encontro que contou com show cooking dos principais chefs da gastronomia brasileira e espanhola, como Alex Atala, embaixador do Millesime São Paulo, Helena Rizzo, Jose Barattino, Daniel Redondo, Paco Roncero, Sergi Arola e Sergio Torres, o presidente do Club Millesime, Manuel Quintanero, explicou os objetivos do projeto.
| divulgação |
| O lançamento do evento em São Paulo, com a presença dos chefs |
Segundo Quintanero, a chegada do evento a São Paulo mostra a importância da cidade no atual roteiro sócio-economico-cultural e gastronômico, não apenas da região, mas do mundo. “A cidade de São Paulo reúne ótimas características para este tipo de evento: alto nível sócio-econômico, desenvolvimento empresarial e evolução gastronômica, com uma ampla oferta de restaurantes e relevantes figuras do setor”.
| divulgação |
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| Priprioca, Ravióli de limão e banana ouro, do chef Alex Atala |
Quintanero acredita que o Millesime é um conceito novo, convertendo um evento puramente gastronômico em um meio atrativo e original para que as empresas possam presentear seus clientes. “Nosso objetivo é oferecer um evento exclusivo que sirva como ação de relacionamento das empresas com os seus clientes.” afirma Manuel.
| divulgação |
| Verrine de chocolate Jivara e merengue de graviola, do chef Arnor Porto |
Para a presidente do Millesime São Paulo, Lucilia Diniz, além do intercâmbio entre as escolas gastronômicas, existe um segundo ponto muito importante a ser destacado no Millesime São Paulo, a oportunidade para relacionamento das empresas. “O Millesime traz em si todo esse atrativo de um grande evento internacional consagrado, que faz com que seus convites sejam não só esperados e desejados, mas, mesmo, disputados”, diz.
| divulgação |
| Polenta defumada com verduras orgânicas, do chef José Barattino |
O Millesime São Paulo será realizado nos dias 14,15 e 16 de setembro, e constará de duas partes importantes: durante as manhãs, das 11h às 15h, com uma degustação de tapas, show cooking ao vivo e oficinas; e as tardes/jantares, das 19h às 24h, que contarão com entradas e jantares em três salões diferentes.
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Acontece hoje na capital paulista o lançamento do livro Alagoas Um Olhar, de Thereza Collor. O evento será no charmoso Museu da Casa Brasileira e promete ser uma noite de gala para a cultura alagoana. Claro que não poderia faltar a boa gastronomia do Estado e o chef Wanderson Medeiros foi o convidado para mostrar o que de melhor se tem produzido em Alagoas.
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Ele irá apresentar algumas de suas mais consagradas receitas da Nova Cozinha Nordestina apresentando pratos que mesclam ingredientes regionais em preparações sofisticadas e saborosas. “É um orgulho pra mim e pra toda a minha equipe poder mostrar em São Paulo, em um evento desta importância, algumas das riquezas gastronômicas mais preciosas que temos produzido em Alagoas”, conta o Chef.
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Para o cardápio da noite Wanderson selecionou sabores típicos alagoanos vindos do mar, da terra e do mangue. Ingredientes como siri, camarões, sururu e queijo de coalho estão presentes no menu da noite. Veja como será:
Italianado
Antepasto de carne-de-sol desfiada, pimentões maduros e berinjela
Costelinha de Adão
Arroz soltinho refogado com costelinha suína desfiada ao molho barbecue
Jangadeiros Alagoanos
Sururu ao leite de coco e especiarias do Chef
Escondidinho do Picuí (foto)
Carne de sol desfiada sobre purê de macaxeira e coberta por creme de queijos do sertão gratinado
Alagoano Perfumado
Camarões salteados em manteiga de garrafa sobre purê de batata doce aromatizado com hortelã
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Segredo das Conchas (foto)
Filé de siri delicadamente refogado ao perfume de limão siciliano
Clássico do Novo Sertão
Pene coberto por molho de gorgonzola e carne de sol desfiada
Camarão Sertanejo (foto)
Camarões passados no açafrão espanhol servidos em creme de jerimum e queijo de coalho
Gelo do Engenho
Sorvete caseiro de rapadura servido com fios de mel de engenho
Fondue Sertaneja (foto)
Doce de caju orgânico levemente aquecido e cremoso servido com cubos de coalho
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O chef Dudu Camargo apresentou hoje aos jornalistas o seu mais novo empreendimento em Brasília, o Respeitável Burguer, na 402 sul. Com ares de lanchonete, o lugar tem um cardápio dinâmico oferecendo sanduíches, omeletes, grelhados, saladas e sobremesas, todos com o toque do Chef. O almoço de hoje começou com o Trapezista (pequeno R$15,70), um beirute de rosbife, muçarela de búfala, tomate vermelho e pesto de manjericão. O pão chega na mesa crocante e tostado, em uma porção bem farta e saborosa.
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Na sequencia uma das opções do Picadeiro Respeitável, um burguer de berinjela e abobrinha coberto por muçarela de búfala defumada e acompanhado de Coleslaw (R$19,80). Essa combinação leve e vegetariana não perdeu em nada no sabor, especialmente com a muçarela defumada, que se parece com um provolone mas sem tanto peso e a gordura do queijo de vaca.
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Para finalizar uma Taça Respeitável (R$14,80), com sorvete de chocolate, sorvete de creme, mousse de chocolate, calda de chocolate, calda de caramelo, chantilly, farofa doce e biscoito. Essa bomba calórica vale o pecado, especialmente pelo chantilly muito bem montado e sem açúcar, que contrastava com a textura crocante da farofa e os sabores marcantes dos outros doces.
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Além do cardápio, o Respeitável Burguer chama a atenção pela sua decoração temática circense. “A idéia surgiu em um brainstorm com o Ralf, e a partir daí fomos criando o conceito que envolve todo o projeto”, explica Dudu. Logo na entrada da casa a parede e o teto ganharam vida pelas mãos do artista plástico Ralf Gehre, discípulo de Athos Bulcão. Ele trouxe à tona imagens clássicas do circo que junto a uma enorme bancada vermelha ditam o ar descontraído do lugar.
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No menu o nome dos pratos também segue a linha temática da casa e alguns são bem peculiares, como o X-panzé, Leão Faminto e Palhaço Carequinha. A previsão de abertura do Respeitável Burguer é para a próxima segunda-feira, dia 19. Vale lembrar que a casa funcionará 24 horas.