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Quem passa pela ‘Cacahuá Chocolateria e Café’, em Brasília, se encanta. As vitrines e a grande mesa rústica que domina o ambiente interno da loja estão ricamente decoradas com enfeites e brinquedos que remetem ao Natal e às festas de fim de ano. E o encanto aumenta quando se percebe que a maior parte da decoração é comestível! A chocolatière Eliane Valladão, proprietária da ‘Cacahuá’, é antes de tudo uma defensora do chocolate, da criação própria e das datas comemorativas. Sempre atenta ao calendário como fonte de inspiração, não seria diferente na época de Natal. “Gosto de criar chocolates para os momentos especiais.”, conta Eliane, inspirada.
Para este fim de ano, a ‘Cacahuá’ oferece mais de uma dezena de brinquedos e enfeites comestíveis. São bolas, bonecos e árvores de chocolate, assim como cartões comemorativos, livros e quebra-cabeças - para presentear, admirar e devorar!! “Criamos, antes de tudo, um ambiente acolhedor, saboroso e tentador. Sempre com o objetivo de facilitar as compras e possibilitar ao consumidor definir os presentes e o cardápio dessa época”, defende Eliane, com um sorriso digno de um Papai Noel com saco repleto de guloseimas.
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Ao longo de todo o ano, um arsenal de 70 sabores de trufas e bombons se reveza nas vitrines da loja - em versões diet, ao leite e meio amargo. Em dezembro, esse acervo recebe a companhia de outras criações, todas de fabricação própria. Percorrendo as prateleiras, pode-se esbarrar com bolas de Natal bem formadas, coloridas e quase prontas para serem colocadas na árvore. E os pequenos livros à venda por lá? Assim como os cartões de Natal, recebem uma película comestível à base de manteiga de cacau que os deixa com uma aparência saborosa e absolutamente surpreendente. “Importamos diretamente da França esse tipo de acabamento”, revela a chocolatière.
Criada em 2008, a casa une ambientes interno e externo. Pode ser visitada por quem busca as dezenas de opções de chocolates, ou como ponto de encontro em suas mesas a partir das opções doces e salgadas do cardápio. Mas o ritmo intenso não se restringe à loja. Na ‘incrível fábrica de chocolates’ que sustenta a produção, a equipe praticamente dobra nesta reta final do ano, por conta do acúmulo de vendas e de reservas dos produtos. São reservas como a da ‘Torta Cacahuá de Natal’, uma opção de sobremesa para as festas de fim de ano. Feita com chocolate belga, recebe pintura à base de manteiga de cacau e tem como recheio chocolate meio amargo, damasco, figos secos, noz-pecã, mel e biscoito de aveia. “É um doce gelado, e por isso deve ser guardado na parte mais baixa da geladeira”, antecipa.
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Eliane lembra que a ‘Cacahuá’ recebe encomendas até o dia 23 de dezembro, e a entrega será feita até o dia seguinte, até às 16h. E completa: “Se o cliente quiser colocar em travessa própria, pedimos que ela seja enviada na véspera, pois montamos a ‘torta Cacahuá de Natal’ na louça onde será servida”. Conheça agora as sugestões preparadas para esta virada de ano.
COMESTÍVEIS (em gramas de chocolate e preços por unidades)
Árvores de Natal - Clássica (250g - R$ 49), Moderna (400g - R$ 79).
Bola de Natal (45g - R$ 21).
Bonecos de Neve - Pequeno (300g - R$ 59), Grande (550g - R$ 99).
Cartão de Natal de Chocolate (90g - R$ 24).
Estojo de Natal (50g - R$ 16).
Estrela de Natal (150g - R$ 32).
Livro de Natal (170g - R$ 36)
Panetone de Natal Pingo de Chocolate (120g - R$ 14), (250g - R$ 22), (500g - R$ 45).
Panetone de Natal Trufado (380g - R$ 28), (700g - R$ 55).
Papai Noel - Esquiador (330g - R$ 69), Urso (370g - R$ 79).
Quebra Cabeça Infantil de Natal (100g - R$ 24).
Sino de Natal (200g - R$ 34).
BOMBONS E TRUFAS - caixas com seis unidades (R$ 16) e 16 unidades (entre R$ 40 e R$ 60).
TORTA CACAHUÁ DE NATAL - com chocolate belga, pintura à base de manteiga de cacau, recheio com chocolate ½ amargo, damasco, figos secos, noz-pecã, mel e biscoito de aveia. R$ 75 (1,1k, para uma média de oito pessoas).
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NÃO COMESTÍVEIS (para colocar chocolates)
Boneco de Neve com carrinho de compras (R$ 89)
Caixa quadrada Vermelha - com Papai Noel (R$ 49)
Caneca de Natal (R$ 26)
Caneca de Tecido, com Tampa (R$ 39)
Casa de Tecido - pequena (R$ 39)
Casa de Papelão - grande (R$ 89)
Cesta dourada de Vimi, com Palhaço (R$ 49)
Cestinha de Papai Noel (R$ 24)
Guirlanda de Tecido (R$ 79)
Papai Noel com Barriga (R$ 49)
Papai Noel com Saco (R$ 79)
Placa ‘Feliz Natal’ (R$ 69)
Sacolinha de Tecido (R$ 39)
CACAHUÁ CHOCOLATERIA & CAFÉ - 207 Sul, bloco A, loja 37, telefone (61) 3443-0430. Brasília (DF). De terça-feira a sábado, das 10h às 23h. Domingos, das 9h (para café da manhã) às 22h. Cartões: Amex, Diners Club, MasterCard, Visa. Observação: dias 24 (das 9h às 16h) e 25 de dezembro (loja fechada). Facebook
No final de novembro o chef uruguaio Carlos Pissani esteve em Brasília para a abertura da sua primeira loja franqueada da marca Pissani Pasta Artigianale. As delicadas e saborosas massas congeladas da marca são vendidas para levar ou comer no próprio espaço do quiosque da Pissani que fica no Park Shopping. Quando perguntado sobre porque escolher Brasília para investir, veja o que o Chef respondeu:
Ouça a edição de hoje (29/11/11) do programa 'Momento Gourmet', transmitido pela 'Executiva FM Brasília' (101,7 Mhz). De segunda a sexta-feira, em três horários (11h40, 13h20 e 18h40), o informativo gastronômico é assinado pelo jornalista especializado Alexandre Menegale. Clique para ouvir o programa.
Ouça a edição de hoje (28/11/11) do programa 'Momento Gourmet', transmitido pela 'Executiva FM Brasília' (101,7 Mhz). De segunda a sexta-feira, em três horários (11h40, 13h20 e 18h40), o informativo gastronômico é assinado pelo jornalista especializado Alexandre Menegale. Clique para escutar o programa.
O chef e empresário Giancarlo Bolla esteve recentemente em Brasília para a abertura do seu La Tambuille, no Park Shopping. Veja o que ele disse sobre a escolha do mercado brasiliense para investir.
Historicamente a culinária do Nordeste brasileiro é pesada e quente. A mistura entre a herança indígena, a cultura africana e a influência portuguesa-européia, criaram receitas cheias de molhos intensos, miúdos, tubérculos, temperos e carnes secas.
O terroir nordestino brasileiro abastece até hoje novas e tradicionais receitas com ingredientes únicos, de sabores peculiares e que fazem parte da cultura culinária regional.
Estes borbulhantes elementos fazem parte de um dos estilos gastronômicos mais ricos e difundidos do Brasil.
Aliado à influencias internacionais e movimentos brasileiros, chefs do Nordeste têm buscado um novo ponto de interpretação para a regionalidade nordestina na cozinha. A estética e o sabor dos pratos são supervalorizados, dando lugar a uma gastronomia incrivelmente sofisticada e requintada.
O chef Wanderson Medeiros é um dos precursores e adeptos da Nova Cozinha Nordestina, estilo que implantou no Picuí em 2006 e que também utiliza nos eventos que realiza através de seu W Gourmet. Os sabores nordestinos cuidadosamente harmonizados pelo Chef chegam à mesa em preparações que impressionam tanto paladar quanto os outros sentidos na hora de comer. Saiba mais no www.picui.com
Wanderson Medeiros comemora os 22 anos de seu Picuí e presta homenagens a chefs nacionais e à tradição das Irmãs Rocha
Uma aura de homenagens marcou a última quarta-feira (9) na capital de Alagoas. Encravado no bairro do Jaraguá, em Maceió, o restaurante ‘Picuí’ transformou-se - por toda uma noite - em ponto de encontro da sociedade alagoana, comemoração dos 22 anos da casa, área de desembarque para chefs de todo o Brasil e reverência para Jacy e Yeda, duas representantes das emblemáticas ‘Irmãs Rocha’, sinônimo do que de mais representativo existe na culinária de Alagoas.
À frente desta saraivada de sentimentos, brindes e aplausos estava o chef/proprietário/anfitrião Wanderson Medeiros, que com a generosidade e a humildade dos que sabem ser grandes, vestiu a 'doma de coadjuvante' e fez do aniversário de sua casa um palco que reverenciar os que ali chegavam para a celebração múltipla. Dividido em dois andares, o ‘Picuí’ abriu as portas para um ‘coquetel gourmet’ que se espalhou pelo térreo da casa - e que antecipou a qualidade do jantar a seguir... Sob o comando seguro dos chefs Sérgio Jucá, Michelle Welcker, Odair Silva, Rivandro França e Anândida Jeremias, fomos apresentados a sabores inspirados na arte das ‘Irmãs Rocha’, como Cuscuz da Casa Grande; Sururu ensopado com farofa d’água; Empadinha de camarão; Picadinho de carne-de-sol com abóbora e Casquinha de siri alagoano.
| Gui Teixeira |
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| Queijo de coalho dourado no maçarico |
Ambientizado com peças artesanais da região, uma brigada de garçons (olhos atentos e sorrisos largos) garantia a quem passeava por entre os muitos detalhes do restaurante uma direção definida: a grande mesa de madeira que servia de pouso seguro para as duas presenças ilustres da noite: as irmãs Jacy (91 anos) e Yeda Vargas (80). Lado a lado, ambas recebiam a legião de fãs com semblantes de orgulho e toda a paciência do mundo. Yeda, por sinal, com força na voz e memória de quem vive a vida sem perder uma gota de vigor: “Aprendi a cozinhar pelo telefone”, foi sua primeira frase, às gargalhadas... Segundo ela, como as irmãs não moraram juntas, a alternativa era um aprendizado à distância. Sua rotina hoje é de fazer inveja aos novatos. “Cozinho todos os dias, precisando ou não. Tenho genros, noras, netos... E vou fazendo e estocando meus pratos. Meu neto diz que estou me preparando para uma guerra!!”, afirma, e tome mais gargalhadas...
Próximo dali, atentas às ‘meninas’ Rocha, dois rostos não queriam perder nada do que se passava. Eram Claudia Pessoa e Danielle Novis, secretárias de Turismo, respectivamente, de Maceió e de Alagoas. Com fala fácil de quem se orgulha do estado, ambas trocaram temporariamente o ramo do turismo privado pela missão de incrementar o dia-a-dia do setor em Alagoas. ‘É um prazer assistirmos como o nosso visitante vem se surpreendendo a cada vez que retorna”, garantia Claudia, quase em coro com sua colega de pasta. “Partindo de Maceió, o panorama do estado, de seus dois litorais, e da infraestrutura que estamos incrementamos em Alagoas nos garante uma posição de destaque entre os destinos do Nordeste”, completava Danielle Novis.
| Gui Teixeira |
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| A tradição da culinária alagonada foi inspiração para os chefs convidados |
Anunciado o início do jantar, os cerca de 200 convidados pareciam em transe ao subir as escadas em direção ao ponto alto da noite. Motivo? Os aromas sedutores vindos do segundo andar... Ao final dos degraus, surgiam as quarto ‘sereias’ responsáveis pelo ‘canto’ que ali os levou: as chefs Ana Bueno (‘Banana da Terra’, Paraty/RJ), Flávia Quaresma (criadora do carioca ‘Carême Bistrô’ e consultora gastronômica), Mônica Rangel (‘Gosto com Gosto’, Visconde de Mauá/RJ) e Tereza Paim (‘Terreiro Bahia’, Praia do Forte/BA). A partir daí, o festim estava armado...
Das caçarolas de Ana Bueno surge um Camarão de cueca (com o último anel para segurar a calda), flambado no uísque com mingau pitinga (mandioca, alho, sal e pimenta). Divididos entre vinhos tintos e espumantes, os convidados vibravam a cada prato. A seguir, foi a vez de Mônica Rangel, que apostou no Arroz de polvo com castanha, azeitonas e agridoce de caju (um complemento espetacular). Já Flávia Quaresma preferiu um inesperado e delicioso Ragú de cordeiro com jerimum assado. E encerrando a farra, Tereza Paim surge com um ‘Mini-bolo de massa puba (tapioca úmida e fermentada) com goiaba cremosa e beiju chapéu de couro (goma de mandioca e coco).
| Gui Teixeira |
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| Encontro de craques: Sergio Jucá, Flávia Quaresma, Tereza Paim, Ana Bueno, Mônica Rangel e Wanderson Medeiros. Sentadas, is irmãs Jacy e Yeda Rocha. |
Ao final, inebriado pelas emoções, sensações, sabores e cumprimentos, Wanderson Medeiros tentava achar palavras para verbalizar o que havia acontecido em sua casa: “As chefs que aqui estão vieram por amor, por lealdade. Somos uma irmandade. Mas mesmo assim, elas trabalharam, e trabalharam muito, pois é assim que demonstram seus sentimentos. Esta a minha vida, meu orgulho. O ‘Picuí’, a emoção de ter amigos assim, de ter dado a duas ‘Irmãs Rocha’ uma homenagem em vida, e ver meu estado reconhecido em todo o Brasil”. (Alexandre Menegale, de Maceió/ AL)
Cortes nobres de carne e castas nobres de vinhos da Patagônia (Argentina). Essa união poderá ser degustada na próxima quarta-feira (19) na churrascaria ‘Fogo de Chão’. A gerente de exportação da vinícola, Carolina Peter, será recebida pela ‘Enoteca Decanter’ e, juntos, comandarão o desfilar de rótulos.
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| 'A Enoteca Fasano' estará comandando a degustação |
Chamada de “a nova fronteira da qualidade argentina”, a região da Patagônia é a sede da ‘Família Schroeder’. A empresa é uma das pioneiras nas altitudes da região, e encarou a missão de buscar neste terroir grandes vinhos. Em 2002, implantou uma bodega com tecnologia de ponta, e hoje contam com o trabalho do enólogo Leonardo Puppato, e também com a consultoria de Paul Hobbs.
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| A linha 'Saurus' estará sendo apresentada na 'Fogo de Chão' |
Na ‘Fogo de Chão’, serão servidos seis rótulos: Saurus (Sauvignon Blanc 2009; Patagonia Select; Chardonnay 2008; Malbec 2006; Select Pinot Noir 2007), Familia Schroeder Pinot Noir e Malbec 2005
Degustação Família Schroeder - Dia 19 de outubro, às 20h30. Churrascaria ‘Fogo de Chão’ (SHS quadra 5, bloco E). R$ 120, com direito a rodízio completo, acompanhado do ‘Saurus Malbec’. Reservas: Enoteca Decanter (308 Norte, telefone (61) 3274-4472. Brasília.
Até o próximo dia 25, o tradicional restaurante paulistano ‘La Casserole’ promove o festival ‘Sud de France’, já realizado em outros cinco países: China, Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos e México. O evento tem como proposta apresentar o estilo de vida do Sul da França, em especial a qualidade e a intensidade de receitas e sabores. Elaborado por Marie-France Henry, o menu apresenta opções de entrada, prato principal e sobremesa.
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| Tradicional na capital paulista, a casa conserva ares franceses |
Marie-France Henry, filha do casal fundador, é quem recebe os clientes. E é dela algumas sugestões de pratos... O ‘petit pâté de Pézenas’ é uma receita do século XVIII, famosa por sua histórica influência da Índia. Atribui-se a criação dessa entrada ao lorde inglês Robert Clive - fundador do Império Britânico nas Índias - que se estabeleceu na França, na pequena cidade de Pézenas. O ‘petit pât’é é uma mistura de sabores doces e salgados, feito com cordeiro e especiarias, além de limão, uva passa e açúcar mascavo. A tradição da receita é guardada até hoje pela ‘Confrérie du Petit Pâté de Pézenas’.
Outro destaque do cardápio são as ‘lulas recheadas com porco e vitela e o duo de arroz branco e selvagem’, que aparecem como prato principal e revelam uma prática bem comum na região, a de utilizar alimentos do mar e da montanha em uma mesma receita. Para finalizar, Marie sugere o ‘gâteau aux marrons et au chocolat’ (bolo de chocolate e marrom glacê).
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| A culinária do Sul da França é o destaque do evento |
La Casserole (Largo do Arouche, 346. São Paulo). Festival ‘Sud de France’. R$ 57 por pessoa (serviço e bebidas não inclusos). Até 25 de outubro de 2011. Reservas: (011) 3331-6283, www.lacasserole.com.br
Há cerca de 15 anos, quando este recém-chegado à cidade ainda se perdia em tesourinhas, quadras e endereços indecifráveis, conheci uma casa absolutamente charmosa na 201 Sul. O ‘Abajour da Adi’ tinha nome e cardápio sedutores, e foi por ali que iniciei minhas incursões por entre os bons endereços da tal gastronomia candanga. O tempo passou, a namorada da época idem, e naquele endereço vi nascer o que é hoje a rede ‘Dona Lenha’.
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| Pizza Trio de Gogumelos (mozarela, sauté de shitake, shimeji e cogumelo Paris |
O mentor de tudo isso ainda comanda caçarolas, conceitos visuais e receitas da rede - hoje inflada por franqueados em toda Brasília. Paulo Mello nunca perdeu o foco dos negócios, e também por isso o susto ao receber o convite da reinauguração da ‘sede da empresa’. Mas logo passou a sensação, quando conferi ser na mesma quadra comercial, com o dobro da capacidade e a injeção de luz externa, ambientes de bom gosto e a correção de sempre do cardápio a receita do novo palco do chef.
Os 120 lugares se espalham pela varanda do lugar, com luz natural durante o dia - harmonizada com riscos e sombras azulados que vêm do teto - e jogos de cores artificiais integradas ao ambiente noturno. Sem falar nos azulejos, mosaicos e mapas, instalados em cantos não previsíveis, mas que reafirma o conceito ‘Dona Lenha’.
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| Paulo Mello: chef, sócio e apaixonado pelas boas receitas |
Confesso que demorei a identificar, cravado do grande vaso que domina o ambiente, uma jabuticabeira frondosa, que já ensaia seus primeiros frutos!! Sem falar no jardim externo da casa (concebido pela paisagista Cláudia Pelicano). Olhado mais de perto, se revela um canteiro de ervas e temperos - usados na cozinha e também compartilhados com a vizinhança, que pede e é atendida nessa ‘colheita democrática’. “Os clientes desfrutam da beleza natural do local. E dali são colhidas ervas, como alecrim, hortelã e manjericão”, revela Paulo Mello, ao lado do sócio, Rafael Benevides.
O novo endereço é a unidade-piloto do grupo. “Todas as alterações de cardápio, carta de vinhos ou mudanças operacionais serão testadas aqui, antes de serem repassadas às lojas franqueadas”, garante Rafael, se referindo a endereços na Asa Sul, Asa Norte, Deck Brasil, Gilberto Salomão, Shopping Quê? e Terraço Shopping.
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| Os frutos do mar estão presentes no cardápio da rede 'Dona Lenha' |
Dos pratos já aprovados, surgem opções como ‘Fettuccine ao nero de sepia’ (camarão, aspargos e limão siciliano) e o ‘Pesce amalfitano’ (robalo assado com azeite de limão siciliano, molho de alcachofras e arroz preto com perfume de anis).
Voltando ao ‘Abajour da Adi’... Qual será o futuro do lugar? Paulinho Mello tenta se desviar do assunto, e só deixa escapar que será “um local de boa comida, com um grande balcão de atendimento, sem garçons e receitas ainda em segredo”. Confuso? Vindo do chef, o novo projeto será tudo, menos confuso. (Alexandre Menegale)
Dona Lenha (Asa Sul) - 202 Sul, bloco C, loja 36 (3322-1234). Diariamente, das 12h à 0h. Cartões: Visa, Master, Visa Vale.